Qual é a coisa
Qual é ela,
Que mesmo sem falar
Chamamos por ela?
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Escreve-se com 4 letras e é nome de animal.
Também é língua indígena como o nome da nação.
É ainda embarcação e palavra de calão.
Se souberem, digam lá o que é então.
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Enquanto folheava um livro de pensamentos encontrei esta máxima:
"É algo que se escreve depois,
Se imprime primeiro,
E não se lê, nem antes nem depois."
O autor da mesma fica para depois de desvendado o enigma.
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Procuram-me muitas vezes, tenho estima, o leitor creia;
mas se alguém olha para mim, faz-me logo cara feia.
Quem sou eu?
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Há uma ponte e três pessoas que a atravessam.
A primeira viu a ponte, pisou na ponte e atravessou a ponte;
A segunda viu a ponte, não pisou na ponte, mas atravessou a ponte;
E a terceira não viu a ponte, não pisou, mas atravessou a ponte.
Quem eram as três pessoas?
Esta adivinha foi deixada nos comentários do ENIGMÓDROMO pelo José Rodolfo Algeri.
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Qual é a coisa qual é ela?
É brilhante por essência. Pequeno dá formosura. O firmamento conhece, calculando a sua altura.
Uma meia meia feita, outra meia por fazer;
Digam lá, se conseguirem, quantas meias vêm a ser?
(Para ler a resposta, continua a ler o ENIGMA)
Meia meia, ou por outras palavras, metade de uma meia.
Bota e meia em cada pé, quantas botas são?
(Para ler a resposta, continua a ler o ENIGMA)
Duas botas.
(Uma bota e uma meia em cada pé...)
E duas meias, naturalmente.
Qual é a coisa, qual é ela, que quando seca fica molhada?
(Para ler a resposta, continua a ler o ENIGMA)
TOALHA
Qual é a coisa, qual é ela, que está no exército, na vassoura e no mapa?
(Para ler a resposta, continua a ler o ENIGMA)
CABO
Qual é coisa, qual é ela, que tem uma perna mais comprida que a outra e noite e dia anda sem parar?
(Para ler a resposta, continua a ler o ENIGMA)
RELÓGIO ou PONTEIROS DO RELÓGIO
Lutos são trajos meus, duro é o meu coração; com as gotas do meu sangue as trevas fugindo vão.
Quem sou eu?
(Para ler a resposta, continua a ler o ENIGMA)
AZEITONAS
Lembrei há dias de uma adivinha que aprendi quando tinhas 6 ou 7 anos, e que pode parecer um pouco "patética" mas que na altura me parecia fascinante.
Aquelas que foram da minha idade com certeza que se recordarão.
Uma lavadeira saiu de casa com a trouxa da roupa para a ir lavar no lavadouro público. De sua casa até ao dito lavadouro ela tinha que fazer uma longa caminhada atravessando uma zona montanhosa. A primeira montanha que ela tinha que transpor era de forma arredondada, a segunda montanha era pontiaguda, a terceira montanha era semelhante à segunda e a última montanha voltava a ser de forma arredondada como a primeira.
No fim desta caminhada a lavadeira chegou ao lavadouro e preparava-se para começar a lavar a roupa que trazia quando percebeu que se tinha esquecido do detergente. Ainda tentou ver junto das outras lavadeiras se alguma tinha detergente que lhe emprestasse mas nenhuma delas usava o mesmo detergente e assim sendo decidiu voltar a casa fazendo novamente o mesmo percurso através das mesmas 4 montanhas (uma arredondada, uma pontiaguda, outra pontiaguda e mais uma arredondada para terminar). Chegou a casa, juntou a caixa no detergente à trouxa da roupa suja e fez de novo o mesmo percurso pelas 4 montanhas que já tinha feito duas vezes (a 1ª arredondada, a 2ª e a 3ª pontiagudas e a 4ª arredondada).
No fim de toda esta saga, chegou finalmente ao lavadouro e começou a lavar a roupa.
Alguém sabe qual era a marca do detergente que a lavadeira usava?
(Para ler a resposta, continua a ler o ENIGMA)
É o OMO.
Sou usado pelo carpinteiro, pelo músico e pelo cozinheiro. Sou um simbolo verde-rubro, quando a rima acaba em "ão". Também sou trajo aristocrático e palavra de calão. Digam lá: que sou então?
(Para ler a resposta, continua a ler o ENIGMA)
É o CRAVO
(Prego, intrumento musical semelhante ao piano, especiaria da india, flôr simbolo da revolução, trajo aristocrático romano, e palavra de calão).
Foi o meu contributo para os 30 anos do 25 de Abril :-)
Por detrás de um muro branco, há uma flor amarela que se pode apresentar ao próprio rei de Castela.
O que é?
(Para ler a resposta, continua a ler o ENIGMA)
É o ovo.
O pai e o filho vão dar uma volta de carro e têm um acidente. O pai morre de imediato mas o filho vai para o hospital.
Ao chegar ao hospital mandam chamar o cirurgião de serviço que diz o seguinte: Eu não posso operar o meu próprio filho.
Como é isto possivel?
Enigma enviado pela Paula
(Para ler a resposta, continua a ler o ENIGMA)
(Para ler a resposta, continua a ler o ENIGMA)
O "cirurgião de serviço" era a MÃE do rapaz.
A origem da adivinha é inglesa onde a mesma palavra é usada no feminino e masculino.
Confesso que em português também nunca ouvi a palavra Cirurgiã... mas penso que é assim que se deverá dizer correctamente.
Com quatro letras apenas, é fácil de conhecer. Ferramenta, rio ou peixe, nome de homem ou mulher.
Já a deves ter comido, como fruta apetecida, e mesmo como cidade é bastante conhecida.
O que é?
(Para ler a resposta, continua a ler o ENIGMA)
É a LIMA.
Qual é a coisa, qual é ela, que atravessa todas as portas, sem nunca entrar nem sair por elas ?
(Para ler a resposta, continua a ler o ENIGMA)
A fechadura.
Qual é coisa, qual é ela,
que vem das ondas do mar,
nascido da fresquidão,
não é água nem é sol,
e traz tempero na mão?
(Para ler a resposta, continua a ler o ENIGMA)
É o sal.
Pelo muito bem que faço não posso ser dispensada, se persisto aborreço, se falto sou desejada.
(Para ler a resposta, continua a ler o ENIGMA)
É a chuva.
Um polícia de trânsito vê um camionista a andar em sentido contrário numa rua de sentido único, mas não o impede de o fazer. Porquê?
(Para ler a resposta, continua a ler o ENIGMA)
O camionista vai realmente a andar, e como quase todas as pessoas, anda a pé :-)
Quatro patas estão em cima de quatro patas, à espera de quatro patas.
Quatro patas não vêm, quatro patas ficam e quatro patas vão…
De que se fala?
(Adivinha original em criolo de Cabo-verde)
(Para ler a resposta, continua a ler o ENIGMA)
Um gato está em cima de uma mesa à espera de um rato. O rato não vem. A mesa fica. O gato vai-se embora.